
Foto: Divulgação/McLaren
O Gucesar enviou agora um e-mail me lembrando de uma curiosidade que deixei passar batida. Com o título de Lewis Hamilton em 2008, pela primeira vez em 25 anos um piloto é campeão do mundo sem o apoio de uma marca de cigarros. No ano passado, fiz um post sobre isso, que você pode conferir aqui.
Publicidade hoje proibida, apenas uma cigarreira continua investindo na categoria, a Philip Morris, com a marca Marlboro apoiando a Ferrari de forma subliminar. Ao invés do logo do cigarro, apenas um código de barras tenta associar a marca com os carros vermelhos. Esta era, no entanto, deve terminar no ano que vem. O Banco Santander confirmou hoje que será patrocinador da Ferrari a partir de 2010, provavelmente estampando seu logo de fundo vermelho nos espaços que hoje abrigam as barrinhas da Marlboro.

(26 votes, average: 4,27 out of 5)








Sendo bem sincero?
AINDA BEM.
Não acho legal a idéia de associar cigarro com F1. Aliás, a qualquer esporte.
[Responder]
Banco Santander patrocinando a Ferrari??? Mais um indicio que Alonso poderá ir para o time de Maranello em 2010… Vamos aguardar hehehehe
[Responder]
Faustin, tá no GP.. http://ultimosegundo.ig.com.br/paginas/grandepremio/materias/503501-504000/503747/503747_1.html
primeira coisa que falaram foi do desejo de ver o Alonso lá.
[Responder]
Outra coisa, o Lewis é o primeiro a “subir” das categorias de base da f1 e ser campeão?
[Responder]
Postado em novembro 27th, 2008 às 9:43
Sim!
[Responder]
O patrocínio de cigarros foi banido… agora o de bebidas, está por lá, vide a marca JW no macacão.
Eu acho esta associação pior do que a do cigarro. Se for assim, ou bane tudo, ou deixa o cigarro voltar.
[Responder]
banido? nome oficial da Escuderia Ferrari nao era Escuderia MALBORO ferrari?
se o nome da equipe leva a marca de cigarro :P nao sei o que eh mais comercial que isso :P
batatas as barrinhas
[Responder]
as barrinhas deu certo. vc ve um fundo vermelho com barrinhas brancas ja associa na hora ao marlboro.
mas eu acho errado banir. visto que cigarro é considerado licito. acho que no mundo todo. alguns paises proibem a propaganda, mas sobre a venda nao sei.
mas eu acho o seguinte, nao vejo porque banir, os caras pagam todos os custos ou pelo menos a maioria em troca da propaganda.
abraço
[Responder]
Acho corretíssimo banir. Cigarro pode ser lícito, mas é imoral e nojento. Absurdo seria manter publicidade de algo tão nocivo (mais que muitas drogas “ilícitas”) em uma esporte.
[Responder]
Se o ex prefeito de São Paulo Paulo Maluf, respondesse sobre a proibição do cigarro e da bebida:
Mata mais é aos poucos.
É o Hamilton, vai ficar marcado como o piloto que quebrou varias barreiras, F1 vai ter o antes e o depois do Hamilton, mesmo se ele não ganhar mais nada.
[Responder]
Em minha opinião a proibição de propagandas alusivas à indústria tabagista deve ser encarada com reservas.
O consumo de cigarros é lícito em quase todos os países que tenho conhecimento. Sendo lícito, não se pode proibir a veiculação da propaganda, mesmo que esta seja associada a um esporte.
O álcool também é tão nocivo à saúde quanto o tabaco e mesmo assim as suas propagandas não foram banidas da F1, vide a McLaren com o indefectível Keep Walking do Johnie Walker.
Em minha opinião a simples estampa no carro não faz com que o telespectador consuma ou não o produto. Não acho correta a proibição e sinceramente devemos reconhecer a importância da indústria tabagista, pois a F1 só é o que é hoje graças a marcas como Jhon Player Special, Marlboro, Rothmans, West, Lucky Strike e outras.
Ps. Não sou fumante!
[Responder]
- Já que a curto prazo (e nem a longo!) não dá pra ter uma Ferrari ou uma Mc Laren na garagem, “vamo’ bebe e fuma pra comemora, enquanto a gente pode!” (como certa vez disse um colega…).
Pelo menos o Hamilton (e acho que nem algum outro piloto) é garoto propaganda e consumidor como o Rosberg (Keke) foi.
Abraço.
[Responder]
tem que proibir cigarro na F1 porque associar cigarro com direção é um grande perigo. já álcool e direção não tem problema nenhum. as estatísticas mostram que grande parte dos acidentes é causada por pessoas embriagadas por cigarro.
[Responder]
A F1 deve agracer sua evolução ao pioneirismo das publicidades pela indústria tabagista, mas cada fase tem seu tempo. Na minha opnião, esta é uma mudança bem vinda, já que vivemos a era do politicamente correto.
[Responder]
Postado em novembro 27th, 2008 às 12:35
*opinião
[Responder]
Capelli,
O pingback não “pingou” aqui, mas eu escrevi um post, linkado com esse aqui, em meu blog relatando a história do acordo que a Ferrari e a Marlboro QUEBRARAM ao utilizarem o logo da companhia tabagista no GP do Bahrein em 2007.
http://f1around.wordpress.com/2008/11/27/a-ferrari-quebra-acordo-anti-tabagista/
Abração!
[Responder]
A F1 deve muito as empresas tabagistas,como já foi dito:grande parte do sucesso da F1 só ocorreu devido aos grandes investimentos que ela recebeu deste tipo de industria.
Capelli,como que a Philip Morris investiu na F1 em 2008?
[Responder]
Opa!
Capelli,o link do post acima do meu tinha a resposta!
[Responder]
Esse negócio de indústria já foi bonito e rendeu ótimas parcerias na F1, quem não associa a Marlboro a McLaren do Senna ou a John Player Special ao Fittipaldi na década de 70? Mas agora já não tem graça nenhuma(fumar que era sinal de charme a uns tempos atrás agora é um sinal bem nítido de fraqueza) e vai tarde.
E essa do Santander hein? Acho que eles botam fé no Alonso na Ferrari mais que o Alonso e a própria Ferrari. hehehe
Claro que esses negócios que movimentam tanto dinheiro tem muito mais por baixo dos panos do que uma mudança de equipe do Alonso.
O jeito é esperar pra ver.
[Responder]
A questão é ÉTICA(coisa difícil na F1), e não monetária. A proibição deste tipo de propaganda foi pior para os cabeças da F1, melhor para os cidadãos protegidos contra estes apelo.
No Brasil a coisa está confusa, principalmente analisando o aspecto da direção de veículos, pois se vê tanta propaganda de bebidas alcólicas, e nenhuma de cigarro, apesar do álcool ser o vilão dos acidentes de trânsito.
Mas aqui, pela lei é “proibido uma pessoa ser obrigada a produzir provas contra si”! Além de termos equipamentos que não imprimem o resultado!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Por favor, corrijam qualquer erro neste comentário. E Capelli, ponha mais lenha neste tópico!
Fiquem com DEUS!
[Responder]
Aqui comentaram que a propaganda do tabagismo ajudou e muito a F1. Todos sabem disso. Mas “OS FINS NÃO JUSTIFICAM OS MEIOS”. O que tem haver esporte(saúde,vida) com vícios(doença,morte).
Até disseram que a propaganda não incentivava o uso: Em minha opinião a simples estampa no carro não faz com que o telespectador consuma ou não o produto(Sheldonn Reis). Se assim fosse os empresários não investiriam taaaaanto em publicidade ao longo, não só na F1 mas em qualquer lugar.
Sou um jovem Profeta DO SENHOR e falo que: Os viciados não herdarão Reino dos Céus. E : Todo aquele que comete pecado é escravo do pecado. Você não precisa ser mais uma peça de xadrez no milionário jogo empresarial do vício, não precisa serum usuário de álcool, tabaco…não precisa de nada parecido para ser feliz! Você só precisa de JESUS, CONVIDE-O EM UMA ORAÇÃO PARA ELE MORAR NO SEU CORAÇÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
[Responder]
não que isso me fará parar de fumar mais…
uhauhauhauauhaha
bacana, mas será q “malborão” sai?! (por sinal, é o q eu fumo), resistiu até agora…
[Responder]
Meu caro Bibiquiba continuo tendo a opinião que uma simples estampa de uma marca de cigarros em um monoposto de fórmula um não constitue um fator determinante para que os telespectadores venham a consumir tabaco. Um exemplo disso é que somente nós, aficionados por automobilismo é que sabemos que Jhon Player Special, Rothmans, West, etc são marcas de cigarro, outras pessoas não muito afeitas aos esportes a motor não o sabem, pergunte e comprove!
Quanto a publicidade essa é lícita, mas se você bem observar não existem mais comerciais em vídeo de nenhuma marca de cigarros, e a publicidade relativa a esse produto é severamente controlada, vide a propagando do cigarro Free Light: “Crie em excesso, fume com moderação”.
Gostaria de frisar também que não consumo qualquer espécie de bebida alcoólica ou tabaco; a mim não é aprazível, porém respeito quem o faz, pois acredito que todos as pessoas, bem como todos os gostos individuais devem ser respeitados, pois vivemos em um estado democrático de direito no qual a liberdade individual um príncípio peremtório para a organização do sistema.
No tocante a herdar ou não o Reino dos Céus, acredito que jamais podemos ser tão confiantes em alcançá-lo, pois é inegável que somos seres humanos e pelo simples fatos de sermos, é inerente a todos que estiveram ou estão no mundo defeitos e qualidades e julgar alguém somente pelos seus defeitos, me parece no mínimo muito cruel. Não acredito que o simples fato do consumo alcóolico ou de tabaco seja fator determinante para que alguém não alcançe o tão perseguida salvação.
Gostaria de dizer-lhe que infelizmente todos nós somos peças no tabuleiro das grandes empresas mundiais, do próprio sistema econômico em que vivemos e até de malfadadas crenças religiosas que só nos fazem ter o pensamento cada vez mais restrito; enquanto não houver uma verdadeira mudança de paradigma a nossa sociedade caminhará a largos passos para o colapso.
Por fim, acredito em Jesus Cristo e sei perfeitamente o lindo exemplo que ele deixou aqui na terra. Tudo de bom que ele ensinou mora no meu coração. Amo e respeito os meus semelhantes. Procuro nunca julgar as pessoas e não cabe a mim dizer que A ou B é pecador, afinal de contas todos nós o somos. Espero que o amigo consiga ser mais tolerante e menos ofensivo quando for comentar a resposta de um colega, afinal de contas o objetivo do blog do capelli é fazer com que os aficionados por F1 se reúnam e discutam em tom amigável e não com agressividade.
Tenha um bom dia e fique com Deus.
[Responder]
Santander + Ferrari = Alonso
[Responder]
como um post sobre a propaganda de cigarros na F1 virou um post de propaganda religiosa?
[Responder]
Postado em novembro 28th, 2008 às 21:33
perdão, capelli, “post de propaganda religiosa” não. espaço para comentários de propaganda religiosa.
[Responder]
Duvida, a Renault em 2005 e 2006 tinha algum patrocinio de cigarro, eu não me lembro???
A proposito parabens pelo blog. Visitem o meu http://arquivoememoria.wordpress.com
[Responder]
Postado em dezembro 1st, 2008 às 9:30
Tinha, Mild Seven.
[Responder]
Peço a todos os leitores deste blog e até ao próprio Capelli se quebrei as leis do blog, ao confessar minhas crenças. E pessoalmente a você senhor Sheldonn Reis, pelo comentário ofensivo. Li seu comentário, e depois analisei o meu. Assim concluí que você está certo, Reis, me desculpe por favor. “É o mínimo que eu posso fazer como jovem Profeta ao manchar o EVANGELHO DE JESUS publicamente deste jeito”. A todos peço mil perdões.
[Responder]
25 anos… o que nos leva a 2008 – 25 = 0983.
Nelson Piquet foi campeão naquele ano. Patrocínio Parmalat.
Mas em 1987, quando Nelson conquistava seu bi-campeonato, havia patrocínio de cigarro naquela Williams? Lembro de Canon, Denin e ICI. Tinha patrocínio de cigarro?
[Responder]
Postado em dezembro 1st, 2008 às 9:39
Tinha, cigarros Barclay.
[Responder]
1987. Nélson conquistava o trí-campeonato. Desculpem.
[Responder]
E na Benetton de Schumacher em 1994 e 1995 tinha patrocínio de cigarro? Não lembro, também.
[Responder]
Postado em dezembro 1st, 2008 às 9:39
Sim, Mild Seven. Dá uma olhada no link do post do ano passado incluso neste post.
[Responder]
Uma pena… o carro fica muito mais bonito com o logo do que com as barras, e certamente mais bonito do que vai ser o carro com o logo do Santander… As companias de cigarro foram responsáveis não só por investimentos que tornaram a categoria no que ela é hoje, como também pelos carros mais lindos que já vimos nas pistas…
Não é o fato de ter propaganda lá que vai fazer o cara fumar ou não, ou beber ou não… a publicidade ajuda a escolher a marca, não o hábito… não conheço ninguém que fume que tenha começado por conta de alguma propaganda.
Acho uma hipocrisia impedir a propaganda, já que todo mundo sabe da existência do cigarro e suas marcas, pelo menos as mais famosas… façam campanhas sobre os danos do cigarro, e não contra ele… hoje em dia, quem fuma sabe dos seus males, mas o fazem mesmo assim… assim como quem bebe, come em excesso, leva uma vida sedentária… enfim, acho uma pena.
[Responder]
Como mencionaram sobre o patrocínio da Renault em 2005/2006, não pude deixar de levantar alguns dados, e fiquei com algumas dúvidas.
Ocasionalmente, o Mild Seven da Renault era substituído pela frase Team Spirit (na Benetton eu não me lembro o que colocavam, acho que era o nome dos pilotos, estranhamente no F1 Manager 2000 aparece escrito “Wild One”), assim como o West da McLaren, que era substituído por Mika ou David, de acordo com o nome do piloto e também na BAR, Lucky Strike se tornava Look Alike (curioso esse) e mais tarde Look Right, Look Left (curiosos também), Last Blast, Racing Revolution, Racing Forever e outras invenções da Honda. Outro exemplo é a Jordan com o Benson & Hedges que se tornava Bitten Hisses (no tempo da cobra), Buzzin Hornets (no tempo da abelha), Bitten Heroes (no tempo do tubarão) e Be On Hedge (já não tinha mais nenhum animal o bico). A Ferrari sempre censurou o Malboro colocando as listras verticais que mais tarde se tornariam os atuais códigos de barras.
A pergunta seria (se puder me responder é claro): Capelli, se um patrocínio de cigarro regressar a F-1, nos GPs onde a propaganda de cigarro é proibida, não poderia simplesmente alterar o que está escrito? (Como em alguns exemplos acima) Ou seria obrigado a censurar como a Ferrari faz atualmente? Estou perguntando isso, pois me lembro que nos últimos GPs de 2006 (onde a propaganda de cigarro era proibida), a Renault censurou (de forma horrível por sinal), o Mild Seven em vez de usar a tradicional frase Team Spirit (A Honda também alterava o emblema da Lucky Strike completamente). Foi por opção, ou no fim de 2005 surgiu uma regra contra essas “frases” também?
[Responder]
Postado em dezembro 1st, 2008 às 23:34
Burdé, a proibição da propaganda tabagista na F1 é um “acordo de cavalheiros”, digamos assim. As propagandas de cigarro podem aparecer em países cujas legislações permitem. No ano passado, por exemplo, a Marlboro pôde aparecer no Bahrein, em Mônaco, no Brasil e na China. Para este ano, Philip Morris decidiu não mais exibir a marca, em nenhuma corrida. Mas, se quisesse, poderia.
[Responder]
no brasil nao foi exibido o “marlboro” em 2007
[Responder]