Conversei agora com Luis Fernando Ramos, o famoso Ico. Ele tinha uma ligação a fazer para a Ferrari e se ofereceu para abordar com a assessoria o diálogo com Rubens Barrichello no GP da Áustria de 2002. Alguma informação nova poderia sair, afinal.
E eis o saldo da conversa dele com Luca Colajanni, assessor de imprensa da [...]
Autor: CapelliPublicado em: 24 de outubro de 2008 às 15:05Categorias: Curiosidades, NotíciasTags: Ferrari, GP da Áustria, Lemyr Martins, Rubens Barrichello
Conversei agora com Luis Fernando Ramos, o famoso Ico. Ele tinha uma ligação a fazer para a Ferrari e se ofereceu para abordar com a assessoria o diálogo com Rubens Barrichello no GP da Áustria de 2002. Alguma informação nova poderia sair, afinal.
E eis o saldo da conversa dele com Luca Colajanni, assessor de imprensa da equipe:
- Não há e nem nunca houve um Karl Scheister como advogado, procurador ou qualquer coisa da Ferrari;
- Nenhuma passagem do diálogo é verdadeira;
- Ao saber dos detalhes da conversa, o sisudo Colajanni riu muito, às gargalhadas. Principalmente no trecho sobre a cachorrinha “Lulu”;
- Obviamente, tudo foi negado. Mas serviu como uma boa piada.
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Quem é o autor?

Jornalista, 32 anos, um chato que dá pitaco em quase tudo sobre automobilismo. Capelli não é o ex-piloto Ivan Capelli, apenas alguém que tem esse apelido. Embora mantenha este blog e colabore com o site Grande Prêmio, o jornalismo não é sua atividade profissional principal. Capelli trabalha como gerente em uma empresa de tecnologia.
Mas e aí? Ele não chegou a comentar se a Ferrari pretende tomar alguma atitude quanto a isso? Ao reproduzir a história no livro como sendo verdadeira, o autor praticamente comparou a equipe a uma organização criminosa, por conta do suposto cárcere privado em relação à Dona Idely.
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A lição dessa palhaçada é: fuja de publicações como QUATRO RODAS e LANCE!
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Continua rendendo!!! Parabéns.
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Boa piada não…Boa palhaçada!
Lemyr Martins publicar isso foi uma verdadeira palhaçada….digna de um palhaço.
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a parte mais interessante é que nos dias de hoje, um cara sair publicando uma idiotice dessas em um livro, e ainda clamando como “verdadeira” merece ter sua reputação destruída. o cara pensou o que? que ninguém investigaria isso?
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Francine, esse assunto tem que render muito mesmo. Vivemos num país, onde a maior parte das pessoas não tem dinheiro para comprar livros. Aí, um cara vai na livraria para comprar um material de seu interesse e percebe que comprou uma bobageira, com informações patéticas.
Se a intenção do Lemyr Martins era fazer uma piada, certamente ele não foi engraçado. Ninguém compra um livro do “Casseta e Planeta” achando que vai ler algo sério, mas quando se trata de um jornalista internacional, ninguém vai apostar numa palhaçada.
Se a informação foi acidental, cabia ao escritor pesquisar mais antes de escrever, ainda mais numa questão que comoveu o país e todo mundo (fã de F1) tem curiosidade na questão, além dele usar na contra-capa como chamariz para compra do produto.
Espero que o caso termine na justiça e, todo mundo que levar o livro na livraria, possa ter o dinheiro de volta. Não que o livro seja, de todo, ruim, mas pelo princípio mesmo.
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O pior não é isso, Luiz…
E os outros livros do Lemyr, como o do Senna, do Emerson, os outros sobre F1… como vamos acreditar que tudo que está ali não é um monte de bobagens?
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Eis aí uma excelente sugestão de pauta para a produção do CQC, sugerindo aos rapazes para marcarem presença no lançamento oficial do livro, hehehe.
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Capelli, te mandei um e-mail dizendo que a ordem para o Rubinho deixar o Schumacher passar foi a oito voltas do final, e não a cinco voltas, como relata o livro.
Obrigado.
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Real palhaçada.
Foi um dia triste para o Brasil e para mim, que até gostava do Rubens. Por isso, é triste um brasileiro vir ridicularizar esse dia para ganhar dinheiro…
Se fosse aqui em Portugal acho que ninguém duvidava, o homem enriquecia e a história tornava-se famosa e aceite como verdadeira.
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Isto já virou bola de neve. Até eu já ando a comentar o caso…
Desconheço, como é obvio, se o livro já se encontra publicado. Mas eu, se fosse o Rubinho, processaria esse sujeito, pediria uma brutal indemenização a ele e à editora, e ordenaria a retirada de circulação dos livros! Caramba, custa-me a acreditar que esses sujeito exista e esteja a trabalhar…
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O Capelli o advogado eh Scheider or Scheister (como esta no outro post) pq se for Scheister parece que foi alguem q acha que fala alemao mas nao fala e estava a brincar com palavra Scheiss (cujo significado não irei postar ;-)
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Postado em outubro 25th, 2008 às 1:58
Eloisa, é Scheister. Havia escrito errado da segunda vez.
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Só para salientar: À todos aqueles que, por alguma curiosidade, ainda pensem em comprar o livro, a quantidade de erros sobre datas, anos, campeonatos e campeões é absurda!
Jackie Stewart foi bi-campeão, Nelson Piquet ganhou seu promeiro título em 80, entre outros detalhes grotescos.
Tudo bem, errar é humano…mas o cara podia ser mais preciso nas informações, pois agora, para mim, o livro se divide em duas partes:
-O que eu já sabia
-E o que eu não sei se é verdade.
Claro, nem terminei de ler o livro.
Só lamento por minha mãe, que gastou algum dinheiro tentando me agradar.
Abraços.
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Piada? Piada uma pinóia. Só mesmo no Brasil se publica algo que é desmentido em seguida, e segue impune.Piada? Eu comprei o livro por acreditar se tratar em jornalismo sério e acaba nisso? Piadas eu recebo gratuita e diariamente no meu e-mail, muito obrigado.
Não vou nem terminar de ler… Perdeu a credibilidade, queria é meu dinheiro de volta.
Que lixo!
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